No dia 28 de janeiro de 2003 pela manhã, fomos ao MHNJB para acompanhar algumas visitas à exposição Física Divertida. O grupo observado foi formado por 20 crianças e 10 adolescentes do Núcleo de Apoio à Criança e ao Adolescente do Bairro Cabana, região oeste de Belo Horizonte.
Fixamos a câmera próximo ao objeto denominado “Pêndulos Sensíveis” da exposição, para podermos estudar a interação dos visitantes com ele. Escolhemos esse objeto devido à sua capacidade de oferecer uma interatividade direta de fácil reconhecimento e ser comumente presente em exposições museus e centros de ciências.
Nessa observação o visitante que mais nos chamou a atenção foi Rudner (todos os nomes utilizados na descrição do acompanhamento da visita são fictícios), uma criança que demonstrou grande interesse pelos pêndulos sensíveis, portanto interagiu por mais tempo com o objeto. Devido a esse fato, pedimos para o monitor realizar uma entrevista com essa criança a respeito da sua visita àquela exposição e de sua interação com os pêndulos sensíveis. Essa entrevista durou cerca de 7 minutos e não possuía um protocolo inicial.
A filmagem foi de extrema importância para facilitar a análise do acompanhamento, pois assistindo à fita foi possível construir o quadro de narrativa (Villani, 2002) deste estudo, e através dele fazer uma análise mais detalhada do que aconteceu, descrevendo as ações do monitor e dos visitantes e os tempos envolvidos nas interações com o objeto da exposição.
Fixamos a câmera próximo ao objeto denominado “Pêndulos Sensíveis” da exposição, para podermos estudar a interação dos visitantes com ele. Escolhemos esse objeto devido à sua capacidade de oferecer uma interatividade direta de fácil reconhecimento e ser comumente presente em exposições museus e centros de ciências.
Nessa observação o visitante que mais nos chamou a atenção foi Rudner (todos os nomes utilizados na descrição do acompanhamento da visita são fictícios), uma criança que demonstrou grande interesse pelos pêndulos sensíveis, portanto interagiu por mais tempo com o objeto. Devido a esse fato, pedimos para o monitor realizar uma entrevista com essa criança a respeito da sua visita àquela exposição e de sua interação com os pêndulos sensíveis. Essa entrevista durou cerca de 7 minutos e não possuía um protocolo inicial.
A filmagem foi de extrema importância para facilitar a análise do acompanhamento, pois assistindo à fita foi possível construir o quadro de narrativa (Villani, 2002) deste estudo, e através dele fazer uma análise mais detalhada do que aconteceu, descrevendo as ações do monitor e dos visitantes e os tempos envolvidos nas interações com o objeto da exposição.
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