Na entrevista que aconteceu durante a visita, o monitor usa os termos “mais rápida” e “mais devagar” para se referir à maior e menor freqüência de oscilação da manivela. Se tivesse usado o termo freqüência, provavelmente teria dado ao visitante a oportunidade de se familiarizar com essa palavra.
Os termos “mais rápida” e “mais devagar” normalmente são usados para se referir à taxa de variação de alguma grandeza. Na maioria das vezes estes termos são usados para comparar velocidades, mais rápida significa maior velocidade, mais devagar significa menor velocidade. Porém, neste caso eles foram usados de forma a tentar substituir o conceito de freqüência, prejudicando o seu significado.
Neste caso, a interatividade direta tornou a experiência divertida, portanto mais interessante para Rudner. Porém, experiências lúdicas como essa podem ser apoiada em intervenções didáticas e intenções educativas, para que não seja desperdiçada uma oportunidade de ensinar um conceito científico, ou tornar a linguagem científica algo acessível aos visitantes.
Destacamos a intenção da exposição de estimular a interatividade reflexiva, através da aproximação da descrição do funcionamento da sintonia de rádios ou estações de TV com os pêndulos sensíveis, apesar desta intenção ser positiva não podemos afirmar que ela ofereça um compreensão dos conceitos aos visitantes. Outros elementos expositivos, por exemplo contendo a comparação dos pêndulos com o funcionamento do rádio e da televisão, ou que induzisse uma reflexão no visitante sobre o conceito de freqüência e pudesse compara-lo com outros conceitos como o de velocidade, poderiam auxiliar nessa compreenssão.
Outra sugestão que poderíamos fazer a cerca da exploração dos “Pêndulos Sensíveis”, seria com relação à atuação do monitor. O monitor que coordena a visita, além de ter claro alguns conceitos fundamentais como freqüência e velocidade, também poderia estimular a formação destes conceitos através da interatividade com o aparelho.Um exemplo bem sucedido que podemos citar é o caso da Estação Ciência da USP, (LENCIONE, 2002) onde cada exposição tem monitores que desenvolvem e dominam os conceitos da área onde atuam. A exposição de física é apresentada por vários estudantes da graduação do curso de física, que sendo assim, têm uma noção melhor dos conceitos a serem trabalhados por cada montagem
Os termos “mais rápida” e “mais devagar” normalmente são usados para se referir à taxa de variação de alguma grandeza. Na maioria das vezes estes termos são usados para comparar velocidades, mais rápida significa maior velocidade, mais devagar significa menor velocidade. Porém, neste caso eles foram usados de forma a tentar substituir o conceito de freqüência, prejudicando o seu significado.
Neste caso, a interatividade direta tornou a experiência divertida, portanto mais interessante para Rudner. Porém, experiências lúdicas como essa podem ser apoiada em intervenções didáticas e intenções educativas, para que não seja desperdiçada uma oportunidade de ensinar um conceito científico, ou tornar a linguagem científica algo acessível aos visitantes.
Destacamos a intenção da exposição de estimular a interatividade reflexiva, através da aproximação da descrição do funcionamento da sintonia de rádios ou estações de TV com os pêndulos sensíveis, apesar desta intenção ser positiva não podemos afirmar que ela ofereça um compreensão dos conceitos aos visitantes. Outros elementos expositivos, por exemplo contendo a comparação dos pêndulos com o funcionamento do rádio e da televisão, ou que induzisse uma reflexão no visitante sobre o conceito de freqüência e pudesse compara-lo com outros conceitos como o de velocidade, poderiam auxiliar nessa compreenssão.
Outra sugestão que poderíamos fazer a cerca da exploração dos “Pêndulos Sensíveis”, seria com relação à atuação do monitor. O monitor que coordena a visita, além de ter claro alguns conceitos fundamentais como freqüência e velocidade, também poderia estimular a formação destes conceitos através da interatividade com o aparelho.Um exemplo bem sucedido que podemos citar é o caso da Estação Ciência da USP, (LENCIONE, 2002) onde cada exposição tem monitores que desenvolvem e dominam os conceitos da área onde atuam. A exposição de física é apresentada por vários estudantes da graduação do curso de física, que sendo assim, têm uma noção melhor dos conceitos a serem trabalhados por cada montagem
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